quem somos?

A Cooperativa de Crédito da Indústria (Credindústria), inaugurada em 2003, é a primeira cooperativa de crédito do País formada por industriais de diferentes segmentos. Trata-se de uma iniciativa de empresários brasilienses com apoio da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), que cedeu um espaço em sua sede para a instalação da cooperativa. O objetivo principal da Cooperativa é oferecer crédito barato às micro e pequenas empresas, bem como aos seus empreendedores e funcionários. Para o Diretor Presidente da Cooperativa, Cláudio Vargas, "nosso diferencial em relação aos bancos é, além das taxas bancárias e juros mais baixos, um atendimento diferenciado".

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A cooperativa iniciou suas atividades com um ativo de R$ 1 milhão, entre capitalização, depósitos e aplicações, e uma capacidade de empréstimo de R$ 5 milhões, com recursos do Bancoob, o banco das cooperativas, que é o braço operacional da cooperativa e movimenta recursos do BNDES e FINEP.
 
O presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), Antônio Rocha da Silva, foi um dos lutadores para a criação da Credindústria e um dos primeiros a assinar a ficha de filiação. Para ele, o cooperativismo é o futuro do Brasil e o único mecanismo capaz de ampliar a produção, porque tem como foco o pequeno aplicador, seja ele pessoa física ou jurídica. Ele acredita que a Credindústria em pouco tempo será o principal instrumento de crédito para o pequeno empreendedor que, na maioria das vezes, não tem acesso ao crédito oferecido pelos bancos, que exigem garantias muitas vezes maiores que o próprio capital imobilizado da empresa e oferece muita burocracia.
 
A diferença entre os juros é explicada pela natureza da instituição. Segundo De Luca, a cooperativa tem como missão prestar serviços a seus cooperados, portanto, não cobra serviços bancários e não visa lucro. Além disso, não recolhe o depósito compulsório exigido pelo Banco Central, ficando com mais recursos para emprestar. No final do ano, os cooperados dividem o lucro e/ou reinvestem o capital. “Todos os cooperados são donos, e é assim que queremos que eles se sintam”, diz.

FONTE: REVISTA FIBRA.


Estatuto
Social

O estatuto social é o conjunto de normas que regem funções, atos e objetivos da cooperativa.
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DIREITOS &
DEVERES

Tomar parte nas assembléias gerais, discutir e votar os assuntos que nelas forem tratados...
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Por determinação do Banco Central do Brasil, as cooperativas com mais de 3.000 associados, são representados nas assembleias por delegados eleitos pelos demais associados, com direito a voz e voto.

DIREITO DOS ASSOCIADOS:

I. Tomar parte nas assembléias gerais, discutir e votar os assuntos que nelas forem tratados, ressalvadas as disposições legais ou estatutárias;
II. Ser votado para os cargos sociais, desde que atendidas as disposições legais ou regulamentares pertinentes;
III. Propor, por escrito, medidas que julgar convenientes aos interesses sociais;
IV. Beneficiar-se das operações e dos serviços prestados pela Cooperativa, observadas as regras estatuárias e os instrumentos de regulação;
V. Examinar e pedir informações, por escrito, sobre documentos, ressalvando os protegidos por sigilo;
VI. Tomar conhecimento dos normativos internos da Cooperativa;
VII. Demitir-se da Cooperativa quando lhe convier.

O associado que aceitar e estabelecer relação empregatícia com a Cooperativa, perde o direito de votar e ser votado, conforme previsto neste artigo, até que sejam aprovadas as contas do exercício em que ele deixou o emprego. Também não pode votar e ser votado o associado pessoa física que preste serviço em caráter não eventual à Cooperativa, que é equiparado a empregado da Cooperativa para os devidos efeitos legais. O associado presente à Assembleia Geral terá direito a 01 (um) voto, qualquer que seja o número de suas quotas-partes.

DEVERES DOS ASSOCIADOS:

I. Satisfazer, pontualmente, os compromissos que contrair com a Cooperativa;
II. Cumprir as disposições deste Estatuto Social, dos regimentos internos, das deliberações das Assembléias Gerais, do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva, bem como os instrumentos de regulação e as instruções emanadas da cooperativa central a que estiver filiada e do Sicoob Confederação;
III. Zelar pelos interesses morais e materiais da Cooperativa;
IV. Responder pela parte do rateio que lhe couber relativo às perdas apuradas no exercício;
V. Respeitar as boas práticas de movimentação financeira, tendo sempre em vista que a cooperação é obra de interesse comum ao qual não se deve sobrepor interesses individuais;
VI. Movimentar seus depósitos à vista e a prazo, preferencialmente, na Cooperativa;
VII. Manter as informações do cadastro na Cooperativa constantemente atualizadas;
VIII. Não desviar a aplicação de recursos específicos obtidos na Cooperativa, para finalidades não propostas nos financiamentos, permitindo, quando for o caso, ampla fiscalização da Cooperativa, das instituições financeiras participantes e do Banco Central do Brasil;
IX. Comunicar ao Conselho de Administração, ao Conselho Fiscal e à Diretoria Executiva, por escrito e mediante protocolo, se dispuser de indícios consistentes, a ocorrência de quaisquer irregularidades, sendo vedados o anonimato e a divulgação interna ou externa, por qualquer meio, de fatos ainda não apurados, e ainda a divulgação fora do meio social de fatos já apurados ou em apuração.

Princípios
Cooperativistas

Princípios cooperativistas são as linhas orientadoras através das quais as cooperativas...
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1º Princípio - Adesão Livre e Voluntária:

As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar seus serviços e assumir responsabilidades como associados, sem discriminação social, racial, política, religiosa e de sexo. O princípio da porta aberta, todavia, não deve ser tomado com um sentido absoluto.

2º Princípio - Gestão Democrática pelos Cooperados:

As cooperativas são organizações democráticas, controladas por seus associados, que participam ativamente na formulação de suas políticas e na tomada de decisões. A gestão democrática é a essência operacional do cooperativismo.

3º Princípio - Participação Econômica dos Cooperados:

Os cooperados contribuem eqüitativamente para o capital de suas cooperativas e o controlam democraticamente. Pelo menos parte deste capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os associados recebem, habitualmente, uma limitada remuneração – se houver – ao capital subscrito, como condição de sua adesão. Os excedentes são destinados a um ou mais dos seguintes objetivos:
  • desenvolvimento de suas cooperativas, eventualmente por intermédio da criação de reservas, parte das quais, pelo menos, será indivisível.
  • benefício dos associados, na proporção de suas transações com a cooperativa.
  • apoio a outras atividades aprovadas pelos associados.

4º Princípio - Autonomia e Independência:

As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, geridas pelos seus membros. Se firmarem acordos com outras organizações – incluindo instituições públicas – ou recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos seus associados e se mantenha a autonomia das cooperativas.

5º Princípio - Educação, Formação e Informação:

As cooperativas promovem a educação e a formação dos seus associados, eficazmente para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.


6º Princípio - Intercooperação:

As cooperativas servem de forma mais eficaz a seus membros e dão mais força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, por intermédio das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.


7º Princípio - Interesse pela Comunidade:

As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por meio de políticas aprovadas pelos seus associados.

Estrutura
Organizacional

Forma como a empresa é organizada em torno da divisão de atividades e recursos.
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Números do Sicoob Empresarial

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dados: dez/2018